Estarrecido, o País vive a maior crise política e moral desde o impeachment do presidente Fernando Collor de Mello. As denúncias de corrupção e utilização de dinheiro de procedência duvidosa para as mais variadas iniciativas parecem não ter fim. Até agora, uma espécie de “blindagem” protege a Presidência. Os jornais, as emissoras de rádio e televisão, os sites eletrônicos não se ocupam de outra coisa. Virou até motivo de galhofa, a ponto da ex-secretária de um dos principais envolvidos pretender aparecer nua em uma publicação especializada para “conseguir recursos” para candidatar-se a deputada federal. A poeira ainda não baixou e começam os embates jurídicos, envolvendo advogados, Polícia Federal, Ministério Público Federal, ministros e o Poder Judiciário. Diante da incredulidade da população em geral, a esperança é justamente que o Judiciário faça o seu papel, sem desviar-se um milímetro sequer de seus princípios.
A esperança é o Judiciário

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