Agosto, mês considerado de “mau agouro”, quando “acontecem as tragédias” no Brasil, assistiu apenas o prolongamento da crise que atingiu o “governo operário” do presidente Luiz Ignácio Lula da Silva.
Até agora, nada de “espetacular” aconteceu e o Judiciário, de quem muita se esperava, também parece aguardar “ventos melhores”, já que até alguns de seus representantes mais exponenciais foram envolvidos em denúncias de várias matizes. O presidente
da República já garantiu que não sai de nenhuma forma, preferindo culpar a Imprensa e pessoas “com má vontade” pela “confusão política” que se instala no País.
Juridicamente, existe também uma crise entre o Ministério Público, promotores e advogados envolvendo questões de ética, principalmente utilização de informações confidenciais obtidas em depoimentos fechados e exclusivos para fins não exclusivamente judiciais.
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